![]()
|
|
Pelo menos um cético (Dr. John Dominic Crossan) erradamente afirmou que a lei romana automaticamente proibia o sepultamento de Jesus, sendo que ele teria sido jogado em uma vala comum, anônimo. Esta afirmação é insustentável. Raymond Brown mostrou que a política romana para o sepultamento variava com as circunstâncias e abria a possibilidade de enterro pessoal para alguns dos crucificados.[3] Afirmar que o corpo não foi levado para um túmulo também nega os consistentes protestos judeus de que o corpo teria sido removido do mesmo.[4] Além do que os Evangelhos não conseguiriam inventar com sucesso um proprietário para o túmulo tão específico como o membro do Sinédrio Judeu José de Arimatéia (Marcos 15:43). Se os Evangelhos não estivessem corretos neste ponto eles não seriam capazes de fazer frente à correção e ridículo que se levantaria por parte dos judeus. Como os críticos da ressurreição de Cristo responderam? Alguns céticos afirmam que alguém deve ter roubado o corpo de Jesus de seu túmulo dando margem assim às estórias de uma ressurreição miraculosa. Isso é possível? OS JUDEUS E OS ROMANOS
OS SEGUIDORES DE CRISTO Do mesmo modo, é altamente improvável que os seguidores de Jesus tivessem sido capazes de remover o corpo com uma guarda romana protegendo o túmulo e uma pedra gigantesca colocada em sua entrada. E também não pode-se creditar a eles a invenção dos guardas dormindo como registrado em Mateus 28:11f. A história serviria apenas como propaganda caso os guardas tivessem permanecido acordados. E porque os discípulos (ou quaisquer outras pessoas) iriam arriscar as suas vidas para roubar o corpo de Cristo. O registro bíblico mostra como os discípulos estavam amendrontados, desencorajados e desesperançados. O único motivo seria uma tentativa de enganar outras pessoas. Mas, tudo o que lemos sobre esses homens indica que eles eram bons e honestos. Como eles poderiam, pelo resto de suas vidas, pregar algo que eles sabiam ser uma mentira? E, ainda mais, eles iriam ser capazes de sofrer tanto e se sacrificar por algo que eles tinham por certo ser um engodo? Seria loucura esconder o corpo e engedrar uma ressurreição. As consequências da lealdade dos discípulos a Jesus incluiram espancamentos, aprisionamento e mesmo morte. Nenhum pessoa, em sua sã consciência escolhe passar por isso para manter algo que sabem ser falso. Sobre pressão, mentirosos confessam seus engodos e traem seus companheiros. O explosivo crescimento da Igreja é uma forte evidência da ressurreição de Cristo. Significantemente, não foram os poderosos, mas as pessoas comuns, com toda a oposição pesando contra elas que transformaram o Império Romano através da mensagem da ressurreição (1 Coríntios 1:26f). Quem poderia prever que esse fato "impossível" pudesse ocorrer? Ainda assim, ele aconteceu![5]
Foi a ressurreição de Jesus, como declara o Novo Testamento, que sobrepôs-se a esta impossibilidade (Atos 2:24). A CONVERSÃO DE SAULO Adicionalmente, a conversão de Saulo de Tarso aponta para um milagre instantâneo. Inicialmente um violento inimigo da Igreja (Atos 8:3; 9:1, Gálatas 1:13), ele se tornou de forma inusitada um servo de Jesus. Escolhendo o sofrimento por amor a Cristo (2 Coríntios 11:23f), Paulo (ele teve seu nome mudado) desistiu de tudo o que tinha, passou por perseguições sem conta e pregou o evangelho cidade após cidade no caminho para Roma, onde morreu como um mártir. Ele foi a pessoa de maior influência sobre o curso da história do Império Romano no primeiro século excetuando-se Jesus Cristo.[10] Nada além da ressurreição de Cristo poderia explicar essa transformação. OS OUTROS APÓSTOLOS Os outros apóstolos, também, superaram o medo e enfrentaram sofrimento, prisões e mesmo a morte ao proclamarem as boas novas de um Cristo ressureto pelo mundo. Seria possível imaginar que essas pessoas pudessem morer tão bravamente por um mero mito? "Cada um dos discípulos, exceto João, morreu como um mártir ... por causa da tenacidade de suas crenças e declarações", observa o pesquisador Josh McDowell.[11] Em contraste com outros que têm morrido por um esperança inverificável além da morte (p. ex., místicos buscando a reencarnação e militantes mulçumanos esperando recompensas de Alá), os discípulos de Jesus viveram e morreram por uma afirmação verificável de que o túmulo estava vazio e que eles haviam visto Jesus vivo novamente. O perito em legislatura Dr. Simon Greenleaf, fundador da Harvard Law School, nota:
O Dr. Greenleaf é considerado como um dos maiores juristas dos Estados Unidos. Ele era, anteriormente, aberta e completamente cético sobre o Cristianismo e tomou como objetivo para si desprovar a deidade de Cristo. No final de suas pesquisas ele concluiu que a ressurreição era verdadeira "além de qualquer dúvida razoável". Greenleaf tornou-se um cristão após estudar a evidência por si próprio. Muitos outros grandes juristas concordam com Greenleaf que, se o caso da morte e ressurreição de Cristo fosse levado a julgamento, ele venceria sem sombra de dúvida. As suas reividicações são bem estabelecidas e verificadas por provas independentes e convergentes. SEIS OBJEÇÕES CÉTICAS MAIS COMUNS levantadas pelos críticos da ressurreição de Cristo ...
Autor: Rev. Gary W. Jensen, M.Div. Editor: Paul S. Taylor, Eden Communications. Suprido por Eden Communications. Copyright © 1998, Todos os direitos reservados - exceto como notado na página "Usos e Copyright" que granjeia aos usuários da ChristianAnswers.Net direitos generosos de usarem esta página em suas casas, em seu testemunho pessoal, em suas escolas e igrejas. www.ChristianAnswers.Net/portuguese |
Página principal e Listagens |