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O que é a deriva dos continentes?



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Mountains and clouds. Photo copyrighted. Courtesy Films for Christ.

Antes da década de 1960, a maioria dos geólogos eram inflexíveis na idéia de que os continentes estavam parados. Quando alguns promoveram a noção de que os continentes tinham se movido, foram acusados pela maioria, de indulgentes, com uma fantasia pseudo-científica. Hoje essa opinião tem sido revertida – placas tectônicas, incorporação da deriva continental, é a teoria reinante. É interessante o fato de que foi um cientista criacionista, Antonio Snider, quem primeiro propôs em 1859 o movimento horizontal catastrófico dos continentes durante o dilúvio descrito em Gênesis .1 A descrição em Gênesis 1:9-10 sobre o ajuntamento dos mares em um só lugar, que implica que havia um só grande continente, inflenciou seu pensamento.

Os geólogos estabeleceram várias linhas de evidências de que os continentes estiveram juntos uma vez e que depois se moveram, incluindo:

  • O encaixe dos continentes (levando em conta as prateleiras continentais).

  • Correlação dos tipos fósseis através das bacias oceânicas.

  • Uma forma zebra-listrada de reversão magnética paralela às fendas no fundo do oceano, nas rochas vulcânicas formadas ao longo delas , inferindo que houve uma expansão do fundo do oceano ao longo das fissuras.

  • As observações sísmicas interpretadas como lajes de um antigo fundo de oceano agora localizadas dentro da terra.

A teoria corrente que incorpora o solo do mar se expandindo e a deriva continental é conhecida como “ Placas Tectônicas”.2

Placas Tectônicas

Os princípios gerais da teoria da placa tectônica podem ser especificados como se segue.3 A superfície da terra consiste de um mosaico de placas rígidas, cada uma interagindo em relação às placas adjacentes. A deformação ocorre nas extremidades das placas por três tipos de movimentos horizontais: extensional (ou rompendo-se , movendo-se aparte), falhas transformantes deslizando-se junto a um falhamento, e a compressional, a maioria por subducção (uma placa mais pesada descendo sobre uma outra mais leve).

A extensional ocorre quando o fundo do mar empurra a placa rompendo-se nas fendas ou se parte.

As falhas transformantes ocorrem onde uma placa se desliza horizontalmente próxima à outra (e.g., a Falha de San Andreas na California).

A deformação da compressão ocorre quando uma placa se desliza embaixo de uma outra, e.g., a Placa do Pacífico abaixo do Japão e a Placa Cocos abaixo da América Central, ou quando duas placas continentais se colidem produzindo uma extensão montanhosa, e.g., a Placa India-Australiana colidindo com a Placa Eurasiana para formar as Montanhas Himalaias. Frequentemente ocorrem o aparecimento de vulcões nas regiões de subducção.

A Expansão do Leito do Oceano
The Mid Atlantic Ridge. Illustration copyrighted.

Um argumento avançado para as placas tectônicas é o leito do mar se expandido. Na bacia oceânica ao longo das cordilheiras no meio dos oceanos (e.g., a Cordilheira do Meio-Atlântico e a Cordilheira do Pacífico Oriental), observações já interpretadas indicam que placas estão divergindo, com material derretido do manto4, crescendo no vazio entre as placas e resfriando para formar uma nova crosta sob o oceano. A mais nova crosta está no eixo da cordilheira, enquanto que as antigas rochas se afastam progessivamente desse eixo. Atualmente, pelo mundo inteiro é estimado que aproximadamente 20 quilômetros cúbicos de magma derretido cresce a cada ano para criar nova crosta oceânica.5

No tempo do resfriamento, alguns dos minerais das rochas ganham magnetismo dos campos magnéticos da terra, registrando a direção do campo no tempo. Evidências indicam que o campo magnético da terra tem se virando muitas vezes em direção oposta, no passado. Assim, durante o resfriamento, algumas das crostas oceânicas estavam magnetizadas numa direção oposta. Se a expansão do leito oceânico é contínua, o solo oceânico poderia possuir um suave “gravador” magnético de reversões.

De fato, o modelo zebra-listrado das “anomalias magnéticas” lineares, paralelas às cordilheiras mid-oceânicas, tem sido registradas em muitas áreas.6

Problemas para as Placas Tectônicas “Lentas e Graduais”

Embora o padrão zebra-listrado tenha sido confirmado, perfurações feitas de ponta a ponta no basalto adjacente às cordilheiras oceânicas, têm mostrado que o modelo nítido registrado, através da introdução de um magnetômetro acima da cordilheira, não aparece quando a rocha é geralmente testada. A polaridade magnética muda nos trechos abaixo dos buracos, sem um padrão de consistência com a profundidade.7 Isto poderia ser esperado com a rápida formação do basalto, combinado com a rápida reversão dos campos, mas não a formação “lenta e gradual” com lentas reversões, assumidas pelos uniformitarianos.

Very Rapid Processes. Illustration copyrighted.

O físico Dr. Russell Humphreys predisse que evidências para essa rápida reversão dos campos poderia ser encontrada no fluxo da lava, fina o suficiente para se resfriar em poucas semanas.8 Ele sugeriu que essas rápidas reversões poderiam ter ocorrido durante o Dilúvio de Noé. Semelhante evidência para a rápida reversão foi mais tarde descoberta pelos renomados pesquisadores Coe and Prevot.9 Um trabalho posterior10 desenvolvido por eles confirmou essas descobertas e mostrou que as reversões magnéticas foram “supreendentemente rápidas”.

A Posição Bíblica

A evidência indica que os continentes se moveram separadamente no passado. Mas pode supor-se hoje que níveis de deriva de 1.98 a 14.99 centímetros por ano estariam muito extrapolados em relação ao passado? É realmente o presente a chave para o passado, como os uniformitarianos proclamam com tanta seriedade? Tal extrapolação significaria que a bacia oceânica ou uma extensão montanhosa levaria aproximadamente 100 milhões de anos para se formar.

A Bíblia não fala diretamente sobre a deriva continental ou sobre as placas tectônicas, mas se os continentes estiveram uma vez juntos, como Gênesis 1:9-10 sugere e estão separados agora, como é que esse fato se encaixa na posição bíblica da geologia, com uma linha de tempo de somente milhares de anos?11

O Dr. John Baumgardner, trabalhando para os Laboratórios de Los Alamos no Novo México, tem usado supercomputadores para modelar processos do manto da terra, com o propósito de mostrar que o movimento das placas tectônicas poderia ocorrer rapidamente, e “espontaneamente”.12 Este conceito é conhecido como placas tectônicas catastróficas. Baumgardner, um cientista criacionista, é reconhecido por ter sido o criador do melhor modelo em 3-D de placas tectônicas do mundo, para supercomputadores.13

Placas Tectônicas Catastróficas

O modelo proposto por Baumgardner começa com um supercontinente antediluviano (“Ajunte as águas debaixo do céu num só lugar” Gênesis 1:9) e um espesso leito oceânico se agitando. O processo se inicia com o frio e denso fundo do oceano descendo para o macio e menos denso manto, abaixo. A fricção desse movimento gera calor, especialmente em volta das extremidades, que derrete o material adjacente, fazendo-o menos resistente para a submersão do leito oceânico.14 As extremidades submergem-se mais rápido, arrastando junto o resto do leito do oceano, numa espécie de correia transportadora. O movimento muito rápido cria mais atrito e esquenta o manto adjacente, reduzindo ainda mais a sua resistência e assim, o solo oceânico move-se mais e mais rápido. Nesse auge, essa instabilidade térmica em fuga poderia ter permitido a subducção nessa escala de metros por segundo. Esse conceito chave é conhecido como subducção fugitiva.

O solo do oceano afundando deslocaria material do manto, começando um movimento em larga escala através de todo o manto oceânico. De qualquer forma, como o solo oceânico desceu e rapidamente afundou-se adjacente às margens do super-continente pré-diluviano, em algum outro lugar, a crosta terrestre estaria debaixo de um estresse tensional tão forte que ela se romperia, entrando em colapso tanto o super-continente pré-diluviano como o leito oceânico.

Deste modo, as zonas de expansão da crosta se extenderia rapidamente ao longo das fendas no leito oceânico por aproximadamente 9.600 km onde a ruptura estava ocorrendo. O material de manto quente exposto pelas placas de subducção jorrariam para cima, elevando-se para a superfície ao longo dessas zonas de expansão. Sobre o leito oceânico, esse material quente vaporizaria copiosas quantidades de água oceânica, produzindo um gêiser de vapor super-quente ao longo do comprimento total dos centros de expansão (talvez as “fontes do abismo?” Gênesis 7:11; 8:2). Esse vapor se dispersaria, condensando-se na atmosfera para depois cair como uma intensa chuva global ( “e as comportas dos céus foram abertas”Gênesis 7:11). Isso poderia ser a razão da chuva persistir por 40 dias e 40 noites (Gênesis 7:12).

Earth’s Current Structure. Illustration copyrighted.

O modelo das placas tectônicas catastróficas do dilúvio global para a história da terra15 de Baumgardner é eficiente para explicar mais dados geológicos do que o modelo convencional de placas tectônicas com seus muitos milhões de anos. Por exemplo, a rápida subducção do leito oceânico antediluviano para dentro do manto resulta em um novo solo oceânico que é dramaticamente mais quente, especialmente 90 kms acima, não só nas cadeias expandidas, mas em todo lugar. Sendo mais quente, o novo leito oceânico é de menor densidade e consequentemente sobe de 987 a 1974 metros mais alto que antes e isso implica em um dramático aumento no nível global do mar.

O nível mais alto do mar inunda as superfícies continentais e torna possível a deposição de grande quantidade de sedimentos no topo dos normalmente altos continentes. O Grande Canyon provê uma janela espetacular para a característica de bolo de várias camadas desses depósitos de sedimentos que em muitos casos continuam ininterruptos por mais de 960 kms.16 As placas tectônicas uniformitarianas (“lenta e gradual”) simplesmente não podem ser explicar sequências continentais tão densas de sedimentos em vasta estensão horizontal.

Além disso, a rápida subducção do refrigerado leito oceânico antediluviano no manto teria resultado numa circulação crescente da viscosa rocha líquida (nota: plástico, não derretido) dentro do manto. Esse manto fluido (i.e., “jorrando” dentro do manto) repentinamente alterou as temperaturas no limite do manto do núcleo, como o manto próximo ao núcleo seria agora significantemente mais frio que o núcleo adjacente, e assim a propagação e perda de calor do núcleo seria grandemente acelerada. O modelo sugere que debaixo dessas condições de acelerada convecção no núcleo, rápidas reversões geomagnéticas teriam ocorrido. Essas por sua vez seriam expressadas sobre a superfície da terra e gravadas nas assim chamadas faixas magnéticas.17 Entretanto, essas seriam erráticas e localmente cheia de remendos, laterais e em profundidade, como os dados indicam,18 mesmo de acordo com os cientistas uniformitarianos citados anteriormente.

Esse modelo fornece um mecanismo que explica como as placas poderiam mover-se relativamente rápidas ( em uma questão de poucos meses) sobre o manto e afundar. E isso prevê que pouco ou nenhum movimento poderia ser medido entre as placas hoje, porque o movimento viria quase para um local onde todo o oceano antediluviano foi sugado. Disso nós poderíamos também esperar as trincheiras adjacentes às zonas de subducção serem hoje preenchidas com sedimentos anterior e posterior ao dilúvio, como observamos.

Runaway Subduction. Illustration copyrighted.

Aspectos do manto modelado por Baumgardner tem sido duplicados independentemente e assim verificado por outros.19 Além disso, o modelo de Baumgardner prevê que que, devido a essa subducção térmica fugitiva das lajes de cristal frias do solo oceânico ocorreram bem recentes, durante o dilúvio ( aproximadamente 5.000 anos atrás). Então, essas lajes não teriam tido suficiente tempo desde então para serem totalmente assimiladas dentro do manto circuncidante. Dessa forma, evidências das lajes acima do limite do núcleo do manto ( as quais afundaram) poderiam ainda ser encontradas hoje. Certamente, evidências para tais lajes, não assimiladas e relativamente frias têm sido encontradas em estudos sísmicos. 20

One of Baumgardner’s computer images. Illustration copyrighted.

O modelo também fornece um mecanismo para o recuo das águas do dilúvio. Salmos 104:6-7 descreve a diminuição das águas que cobriam as montanhas. O versículo 8 traduz naturalmente como, “Elevaram-se os montes; desceram os vales,”21 implicando que os movimentos verticais da terra eram as forças dominantes tectônicas agindo no fim do dilúvio, em contraste com as forças horizontais dominantes durante a fase de expansão.

As colisões das placas teria empurrado as montanhas para cima, enquanto que o resfriamento do novo leito oceânico teria aumentado sua densidade, levando-o a afundar e aprofundar a bacia dos novos oceanos para receber o recuo das águas do dilúvio. Consequentemente, isso pode ser significante, que as “montanhas de Ararat” (Gênesis 8:4), o lugar onde a arca repousou após os 150 dias do dilúvio, estão em uma região tecnicamente ativa na qual se acredita ser a junção de três placas crostais.22

Se mais ou menos 2.54 centímetros por ano do movimento inferido hoje está extrapolado em relação ao passado como os uniformitarianos dizem, então seu modelo convencional de placas tectônicas tem limitado poder exploratório. Por exemplo, mesmo em uma escala de 10.16 centímetros por ano, é questionável se as forças da colisão entre as Placas Indiana-Australiana e a Eurasiana teriam sido suficiente para empurrar para cima a Cordilheira Himalaia. Por outro lado, as placas tectônicas catastróficas no contexto do dilúvio podem explicar, como elas superaram o viscoso arrasto do manto terrestre por um tempo curto, devido às enormes forças catastróficas trabalhando, seguida por um rápido retardamento até às presentes taxas.

A separação continental resolve aparentes enigmas geológicos. Por um momento, isso explica as tremendas similaridades entre as camadas de sedimentos do nordeste dos Estados Unidos com as da Grã-Bretanha. Isso também explica a ausência dessa mesma camada com as da bacia do Atlântico Norte, como também as similaridades existentes na constituição geológica de partes da Austrália com a África do Sul, Índia e Antártida.

Conclusão

A incredulidade primitiva sobre as placas tectônicas tem se evaporado quase que totalmente devido ao grande poder explanativo dessa estrutura de pensamento científico. O modelo das placas tectônicas catastróficas inclui não somente esses elementos explicatórios, mas também extensos relatos de evidências de grandes inundações e processos geológicos catastróficos sobre os continentes.

A Bíblia é silenciosa sobre as placas tectônicas. Muitos criacionistas crêem que esse conceito é útil na explicação da história da terra. Outros são mais cautelosos. A idéia é relativamente nova e radical e muito trabalho precisa ser feito para aclarar os detalhes. Pode ainda ocorrer importantes modificações na teoria que aumentarão seu poder argumentativo ou futuras descobertas causarão o abandono do modelo. Essa é a natureza do progresso científico. Modelos científicos aparecem e desaparecem, mas a “Palavra de Deus permanece para sempre” (1 Pedro 1:25).

Notas de Rodapé
  1. A. Snider, Le Création et ses Mystéres Devoilés (Paris: Franck and Dentu, 1859).
  2. Alguns geólogos são ainda cépticos acerca de vários aspectos das placas tectônicas.
  3. D.R. Gish and D.H. Rohrer, editors, Up with Creation! “Continental Drift, Plate Tectonics, and the Bible,” S.E. Nevins [S.A. Austin] (San Diego, CA: Creation-Life Publishers, 1978), pp. 173-180. Veja também Longman Illustrated Dictionary of Geology (Essex, UK: Longman Group, 1982), pp. 137-172.
  4. A zona dentro da terra que se estende desde abaixo da crosta para núcleo – i.e., para uma profundidade de 2.880 quilômetros.
  5. J. Cann, “Subtle Minds and Mid-ocean Ridges,” Nature, 1998, 393:625,627.
  6. A. Cox, editor, Plate Tectonics and Geomagnetic Reversals (San Francisco, CA: W.H. Freeman and Co., 1973), pp. 138-220.
  7. J.M. Hall and P.T. Robinson, “Deep Crustal Drilling in the North Atlantic Ocean,” Science, 1979, 204:573-586.
  8. D.R. Humphreys, “Reversals of the Earth’s Magnetic Field During the Gênesis Flood,” Proc. First ICC, Pittsburgh, PA, 1986, 2:113-126.
  9. R.S. Coe e M. Prévot, “Evidence Suggesting Extremely Rapid Field Variation During a Geomagnetic Reversal,” Earth and Planetary Science Letters, 1989, 92:292-298.
    Mais detalhes, veja A.A. Snelling, ““Fossil’ Magnetism Reveals Rapid Reversals of the Earth’s Magnetic Field,” Creation, 1991, 13(3):46-50.
  10. R.S. Coe, M. Prévot, and P. Camps, “New Evidence for Extraordinary Rapid Change of the Geomagnetic Field During a Reversal,” Nature, 1995, 374:687-692. Maiores comentários veja A.A. Snelling, “The ‘Principle of Least Astonishment!’” CEN Technical Journal, 1995, 9(2):138-139.
  11. Alguns têm sugerido que os continentes ( com suas cargas de depósito diluviano de extrato fóssil) se separaram para as suas presentes posições, por exemplo, no tempo da Torre de Babel, porque Gênesis 10:25 diz que “a terra foi dividida” nos dias de Pelegue. Entretanto, a palavra hebraica traduzida para “a terra” pode facilmente se referir às nações divididas por causa de Babel. Também, o curto espaço de tempo envolvido conduziria a enormes dificuldades na contabilização da energia do calor a ser dissipada, sem mencionar a destruição na superfície da terra em consequência do rápido movimento continental. Isso seria uma catástrofe global tão devastadora como foi o Dílúvio Noiaco.
  12. J.R. Baumgardner, “Numerical Simulation of the Large-scale Tectonic Changes Accompanying the Flood,” Proc. First ICC, 1986, 2:17-30.
    J.R. Baumgardner, “3-D Finite Element Simulation of the Global Tectonic Changes Accompanying Noah’s Flood,” Proc. Second ICC, 1990, 2:35-45.
    J.R. Baumgardner, “Computer Modeling of the Large-scale Tectonics Associated with the Gênesis Flood,” Proc. Third ICC, 1994, pp. 49-62.
    J. Beard, “How a Supercontinent Went to Pieces,” New Scientist, January 16, 1993, 137:19.
    J.R. Baumgardner, “Runaway Subduction As the Driving Mechanism for the Gênesis Flood,” Proc. Third ICC, Pittsburgh, PA, 1994, pp.63-75.
  13. Beard, “How a Supercontinent Went to Pieces.”
  14. Baumgardner, “Runaway Subduction As the Driving Mechanism for the Gênesis Flood.”
  15. S.A. Austin, J.R. Baumgardner, D.R. Humphreys, A.A. Snelling, L. Vardimann, and K.P. Wise, “Catastrophic Plate Tectonics: A Global Flood Model of Earth History,” Proc. Third ICC, Pittsburgh, PA, 1994, pp. 609-621.
  16. S.A. Austin, editor, Grand Canyon: Monument to Catastrophe (Santee, CA: Institute for Creation Research, 1994).
  17. D.R. Humphreys, “Has the Earth’s Magnetic Field Ever Flipped?” Creation Research Society Quarterly, 1988, 25(3):130-137.
  18. Hall and Robinson, “Deep Crustal Drilling in the North Atlantic Ocean.”
  19. S.A. Weinstein, “Catastrophic Overturn of the Earth’s Mantle Driven by Multiple Phase Changes and Internal Heat Generation,” Geophysical Research Letters, 1993, 20:101-104.
    P.J. Tackley, D.J. Stevenson, G.A. Glatzmaier, and G. Schubert, “Effects of an Endothermic Phase Transition at 670 km Depth on Spherical Mantle Convection,” Nature, 1993, 361:699-704.
    L. Moresi and V. Solomatov, “Mantle Convection with a Brittle Lithosphere: Thoughts on Global Tectonic Styles of the Earth and Venus,” Geophysical Journal International, 1998, 133:669-682.
  20. S.P. Grand, “Mantle Shear Structure Beneath the Americas and Surrounding Oceans,” Journal of Geophysical Research, 1994, 99:11591-11621.
    J.E. Vidale, “A Snapshot of Whole Mantle Flow,” Nature, 1994, 370:16-17.
    S. Vogel, “Anti-matters,” Earth: The Science of Our Planet, August 1995, pp. 43-49.
  21. Muitas traduções inglesas, seguindo a KJV (Versão do Rei Tiago), têm “as águas” no versículo 6 o sujeito dos verbos “elevaram” e “desceram” no versículo 8. De acordo com o liquista Dr. Charles Taylor. A forma natural e liteeral da leitura é ter as “montanhas” do versículo 8 se elevando e os “vales” (versículo 8) descendo. A versão Septuaginta (LXX), uma tradução grega feita aproximadamente em 250 A.D., a tradução alemã de Lutero, a francesa e a italiana também concordam. As traduções inglesas que cobrem esse significado incluem a ASV, RSV e NASB. Veja C.V.Taylor, “Did the Mountains Realy Rise According to Psalm 104:8?” CEN Technical Journal, 1998, 12(3):312-313.
  22. J.F. Dewey, W.C. Pitman, W.B.F. Ryan, and J. Bonnin, “Plate Tectonics and the Evolution of the Alpine System,” Geological Society of America Bulletin, 1973, 84:3137-3180.
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Editado por Don Batten, Ph.D.

Authors: Ken Ham, Jonathan Sarfati, e Carl Wieland, adaptado de The Revised & Expanded Answers Book (Master Books, 2000). Suprido por Answers in Gênesis

Translated by: Antonio D. Romualdo

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